Psicanalise

A história é a seguinte:

Primeiro passamos horas eu e a doutoranda Maira discutindo o plano de meu projeto. Ela é muito pragmática, colocou rapidamente no eixo minhas idéias que partiam sem rumo. Disse gostar do objeto e da problemática. Eu, sempre estranho a elogios, achei que ela estivesse se referindo a caneta (objeto) quebrada(problemática). Depois, mais contente e confiante, entendi que meu esforço não tinha sido vão: tinhas umas duas, três coisinhas interessantes. Agora tenho algo planificado, falta escrever.

Depois veio o momento psicanalise. Claro, dos papos intimos só conto os quase intimos(lembrem do primeiro texto deste blog!!). Adoro fazer suspense. Rapaz, foi um papo cabeça! Só vendo. Freud deve ter tremido barbaridades lá no divã divino. Esclareço: meu papo deve ser um horror para um psicanalista. De fato o Freud que os sociologos gostam mais é o do Mal estar na cultura . E isso é sem dúvida bem redutor. O problema é que é dificil não tomar distância do Doctor F., principalmente quando se trata de ler aqueles exemplos esquisitissimos dados por ele para explicar o esquecimento de palavras no Psicopatologia da vida cotidiana. Bem, não vou continuar falando dessas coisas, não é? Afinal de contas imagino que depois de uma psicoanalise… Bem, depois de qualquer analise… Acho melhor eu ir dormir.

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