Para descontrair: o cu de Norminha(Fora da norma)

Norminha pediu para Jorge o tapado tirar o dedo. “Jorge, tira o dedo. E quando (re)inserir, faça-o rodar para que eu possa sentir as contraçoes no ventre. E faça devagar, como se fosse um exame de toque retal. Você nao já fez Jorge? Pois entao. Lembre da porra do dedao do médico.” Sem paciência. Estou sem paciência, disse Norma Valadares.”Puta merda Jorge, o cú nao é a zona nao porra.” Sugeriu. ” Vai te fuder porra, nem isso tu sabes fazer direito.” Jorge o zonzo estava zonzo. Nao sabia porque Norminha insistia com aquela idéia de exercicio erótico. Sou uma pessoa pacata, nao gosto dessas coisas, dizia ele aos seus botoes. Ela faz isso para me atormentar.

Eles estavam a 7 anos de casamento. Norminha, que sempre esteve na norma, decidiu por alguma razao querer ter uma vida mais ativa, mais picante. Ela passou a comprar filmes pornográficos e pedir ao seu marido, Jorge o pacato, que olhasse com ela a objetividade daqueles enquadramentos e closes fixos. Ela analisava tudo muito friamente, como se fosse uma legista. Dava pausa para entender posiçoes e nao se conformava com o irrealismo dos gritos espalhafatosos das atrizes. Dizia ela com certa serenidado a Jorge o incrédulo: “com aqueles orgasmos continuos e ineterruptos que duravam horas e horas aquelas mulheres registram apenas o illusion, o efeito de um real desejado.” Realista, ela obrigava Jorge o coitado a produzir coitos como os dos atores dos filmes. Mas nao de maneira ingênua, claro. Ela sabia que esporrar meio litro era impossível na vida real. Entao, como boa cenarísta que era, comprou leite e misturou com açucar e um pouco de àgua. Sexo era aquilo. Ser ejaculada com muito leite com açucar, dizia depois que Jorge o obidiente fazia aquilo que ela madanva.

Um dia Norminha encrecou que queria fazer um “menage à trois”. Jorge o sábio, disse que só queria se a terceira parte fosse outra mulher. Norminha aceitou, cinicamente. Contrataram uma prostituta. Fizeram uma escolha pautada na edificaçao da anatomia feminina. A puta era bonita. Jorge o safado olhou a calça jeans dela colada ao corpo. Viu que a marca da calcinha realçava a poupa da nadega. Ergueu a cabeça para perceber os seios rijos que estendiam como duas peras pontudas uma camiseta de malha, sem mangas. Jorge o sem medo pensou por um segundo que essa história de menage é parecido com suruba, temeu pela continuidade das intensoes de Norminha, sua mulher.

Jorge o sonolento, acordou. Olhou para um lado da cama, viu Norminha, sua esposa. Do outro lado, a linda meretriz dormia.

Jorge era professor primário e até o terceiro ano de casamento nao conversava com Norminha, sua mulher. Norminha, mulher de Jorge o seu marido, amava-o muito e sempre quis ama-lo como homem. Norminha e Jorge alugaram muitos filmes pornor e fizemos muitas coisas mais. Jorge dava aulas na escola para crianças e adolescentes e era casado com Norminha. Norminha, cansada de tanta coisa, era dona de casa, e, casada com Jorge o marido dela, pediu para que o mesmo lhe enfiasse o dedo no cú.

Moral da estória: saiu pela perna do pato, quem quiser que conte de quatro.

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